sábado, maio 01, 2010

Grimm - Rapunzel 02

Rapunzel cresceu como a criança mais bonita debaixo do sol. Quando fez 12 anos a feiticeira fechou-a numa torre que ficava numa floresta, e não tinha escadas nem porta, mas mesmo no topo tinha uma pequena janela. Quando a feiticeira queria entrar, colocava-se debaixo da janela e gritava,

“Rapunzel, Rapunzel

Deixa cair as tuas tranças para mim.”

Rapunzel tinha um magnífico longo cabelo, delicado como fios de ouro. Quando ouvia a voz da feiticeira ela soltava as suas tranças, prendia-as num dos ganchos da janela e o seu cabelo caia 20 braçadas abaixo para a feiticeira trepar por ele.

Passados um ou dois anos, aconteceu que o filho do rei cavalgava pela floresta e passou pela torre. Então ouviu uma canção tão encantadora que ele ali se quedou a escutar. Era Rapunzel que na sua solidão passava o tempo a fazer soar a sua doce voz. O filho do rei quis subir até ela e procurou a porta da torre mas não a encontrou. Cavalgou para casa mas o canto tinha tocado tanto o seu coração que todos os dias ele voltava à floresta para o ouvir. Uma vez quando escutava atrás de uma árvore viu que uma feiticeira se aproximava e ouviu como ela gritava,

“Rapunzel, Rapunzel

Deixa cair as tuas tranças.”

Então a Rapunzel deixou cair as tranças do seu cabelo e a feiticeira trepou até ela. “Se é esta a escada pela qual se sobe tentarei a minha sorte” disse ele, e no dia seguinte quando a escuridão começou a crescer, voltou à torre e gritou,

“Rapunzel, Rapunzel

Deixa cair as tuas tranças.”

De imediato o cabelo caiu e o filho do rei trepou por ele acima.

De início a Rapunzel ficou assustada quando viu surgir um homem como os seus olhos nunca antes tinham contemplado. Mas o filho do rei falou-lhe como um amigo e disse-lhe que o seu coração tinha ficado tão inquietado com a voz que ouvira que não o deixou descansar e por isso havia sido forçado a vê-la.

segunda-feira, abril 26, 2010

Luzinhas!

70 leds de alto brilho! 10 azuis, 20 vermelhinhos e 40 brancos. Agora é que vamos ver a luz!

domingo, abril 18, 2010

Grimm - Rapunzel 01

Rapôncio: s.m. Planta campanulácea cuja raiz e folhas se comem em salada. (Var.: raponço.)


Era uma vez um homem e uma mulher que há muito esperavam em vão por uma criança. A mulher esperava que um dia Deus lhe satisfizesse o seu desejo. O casal tinha uma pequena janela na parte traseira da casa de onde se podia ver um esplêndido jardim, que estava cheio das mais bonitas flores e ervas. No entanto, rodeava-o uma parede muito alta e ninguém se atrevia a entrar porque pertencia a uma feiticeira muito poderosa e que era temida pelo mundo fora. Um dia a mulher estava à janela a olhar para o jardim quando viu um canteiro cheio de rapôncios e pareceram-lhe tão frescos e verdes que se encheu de desejos de os comer. Este desejo aumentou de dia para dia e como sabia que não podia ter nenhum e ansiava em vão, andava pálida e miserável. O seu marido alarmado perguntou-lhe “Porque suspiras mulher?”, “Ah”, ela respondeu, “se eu não puder comer alguns rapôncios, que estão no jardim atrás da nossa casa, eu morrerei”. O homem, que a amava, pensou “Antes que a minha mulher morra, eu mesmo trarei alguns rapôncios custe isso o que tiver que custar”. No crepúsculo da noite, ele trepou a parede para o jardim da feiticeira, apressado colheu uma mão cheia de rapôncios e levou-os à mulher. Ela logo fez deles uma salada e comeu-os com todo o gosto. Mas a mulher gostou tanto deles que no dia seguinte os desejou três vezes mais do que antes. Então, na escuridão da noite, o homem voltou a trepar o muro. Mas quando desceu para o jardim encheu-se de medo, porque a feiticeira estava mesmo à sua frente. “Como é que te atreves”, disse ela zangada, “a desceres para o meu jardim e a roubares os meus rapôncios como um ladrão? Irás sofrer por isto!” “Ah!”, respondeu ele, “deixa que a misericórdia tome o lugar da justiça, só me resolvi a fazê-lo por necessidade. A minha mulher viu os rapôncios da janela, e sentiu tanta vontade de os comer que morreria se não tivesse alguns.” Então a feiticeira acalmou-se e disse-lhe, “Se a coisa é como tu dizes, eu deixo-te levar os rapôncios que quiseres contigo, mas tenho uma condição, terás de me dar a criança que a tua mulher trouxer ao mundo, ela será bem tratada e eu cuidarei dela como uma mãe.” O homem no seu terror consentiu com tudo, e quando a mulher teve a criança a feiticeira apareceu imediatamente, deu à criança o nome de Rapunzel e levou-a com ela.

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sábado, abril 10, 2010





Sara e Maria são duas terroristas que estão presas.

Na cela encontram-se com os seus fantasmas e pesadelos, vivem o jogo dramático da culpa.

Confrontam-se a vingança e o ódio, as causas políticas, a missão e o dever.

Elas estão presas ao eco dos seus actos brutais e há sangue pisado por detrás de cada palavra.

Na cela as suas vidas fundem-se e explodem.

Decide-se o destino e o significado da sua luta.

Ficha Artística

Texto António Manuel Revez

Encenação José Conchinha

Interpretação Lia Fernandes e Vanessa Vinhais


terça-feira, março 09, 2010

Assim não vamos longe :P

Todos nós estávamos enganados...infelizmente a Ada não é uma futura garaCa...

se começa a ensaiar assim tão cedo, temos pena miúda, mas o teu lugar não é neste grupo!

quinta-feira, janeiro 28, 2010

"Someday you will be old enough to start reading fairy tales again."

C. S. Lewis

segunda-feira, janeiro 25, 2010

Luas

Julho:

4 (domingo) - minguante
11 (domingo) - lua nova
18 (domingo) - crescente
26 (segunda) - cheia

quarta-feira, outubro 14, 2009

peça de teatro [zoom]



Aproveito para dar-vos a conhecer uma peça de teatro que está em cena a partir de hoje cá por Coimbra; pareceu-me bastante interessante. Vou transcrever tal como recebi do boletim informativo:


A Escola da Noite recebe a MARIONET
com [zoom] o que queremos nós das estrelas
no Teatro da Cerca de São Bernardo (TCSB)

de 14 a 17 de Outubro (quarta a sábado) às 21h30

[Temporada que decorre a convite d'A Escola da Noite]

SINOPSE

Coincidindo com a efeméride do Ano Internacional da Astronomia em 2009, criámos um objecto artístico que, partindo daquela disciplina científica, reflecte sobre o conhecimento que temos do mundo e de nós próprios.

[zoom] é um espectáculo com memória. Durante o processo de criação e apresentação de OOLOOA (2008) fomos recolhendo e criando materiais sonoros e imagéticos que, juntamente com a impressão deixada no e pelo público, funcionaram como passado de [zoom].

Há duas ideias fortes sublinhadas nesta criação: a de olhar para trás no tempo quando observamos corpos a grandes distâncias; e a volatilidade do tempo na memória, levando à sobreposição entre passado e presente. (MARIONET)

[zoom] estreou este ano no Teatro Académico de Gil Vicente e é um espectáculo que “amplia” uma produção anterior deste grupo — “Olhar O Longe. Olhar O Antes”. Esta série de espectáculos é, assim, uma oportunidade (para quem não viu ou quer rever) de acompanhar este grupo de Coimbra que tem construído um percurso singular e experimentado uma linguagem própria, explorando as ligações entre o Teatro e a Ciência.

Venham responder ao “que queremos nós das estrelas” em pleno Ano Internacional da Astronomia.




A ver se consigo dar uma espreitadela disto e se ainda consigo acumular uns registos (mais ou menos legítimos :P )


Se por acaso ainda não reparam, tomem conta de que o recente workshop de expressão corporal foi notícia no blog da cooperativa mandacaru


Abraços e beijinhos (conforme achem apropriado) !

sábado, outubro 10, 2009

"FIGAS"... "FIGAS"..."FIGAS"... "FIGAS"...



Ora pessoal, com muita força… vamos todos fazer FIGAS para que este vá avante…

Já estou com muitas saudades de um Jantarinho…

Está previsto para Sábado dia 21 de Novembro

FIGASFIGASFIGASFIGASFIGASFIGASFIGASFIGASFIGASFIGASFIGASFIGASFIGASFIGASFIGAS

sexta-feira, agosto 07, 2009

segunda-feira, maio 25, 2009

Convento - Claustro da Hospedaria

entrando pelo claustro de Santa Bárbara


frente (do sitio onde nos sentamos)

direita (do sítio onde nos sentamos)

esquerda (do sitio onde nos sentamos)


corredor - entrando pelo claustro da Micha